Jul12

Lançamento :Sognare Residenza, o máximo de conforto e sofisticação na melhor localização, em Balneário Camboriú - SC

 

Empreendimento no regime de construção a preço de custo.

Localização: Rua João Francisco dos Santos nº 99, esquina com Rua Romeu Pereira.


Características do Empreendimento:

Terreno área de 1,047,03m²
Matricula nº 49.301
37 Pavimentos 01 Apartamento por Andar
Apartamento Tipo:
Área Privativa: 172,78m²(135,28m² apto mais 37,50m² garagens)
Área Comum: 145,19m²
Área Total: 317,97m²
Vagas de garagem: (3vagas) A serem escolhidas através de sorteio em momento posterior.

4 Quartos (2 Suítes e 2 Demi-Suítes), Lavabo, Living , Espaço Grille Quartos 
com Vista Panorâmica do Mar
Espaço Grill com Churrasqueira
Único Apartamento no Andar
Arquitetura Moderna Com Vista Para o Mar 
Alto Padrão de Acabamento

Área de lazer: Completa, com Piscina Externa e Deck, Espaço Kids, Jogos, Fitness

5 Pavimentos de Garagens
Vagas de Garagens Para Visitantes


Excelente localização : Pontos de Referência:
* Próximo Deck da Barra Norte
* Próximo ao Hotel Marambaiá

Set20

Mercado de imóveis de luxo segue na contramão da crise

Procura por imóveis com preços acima de R$ 1 milhão aumentou 32% em relação a 2014, aponta pesquisa Entregue no início de setembro, o Casa Batlló tem despertado a atenção de muitos londrinenses Nos últimos anos, diversas pesquisas realizadas Brasil afora vêm apontando o crescimento da procura por condomínios de luxo. Esse segmento, que explora imóveis que chegam a custar alguns milhões de reais, parece ignorar a recessão econômica e segue na contramão do mercado, superando o desempenho de vendas ano a ano. Uma pesquisa feita pelo portal VivaReal apontou que a procura por imóveis com preços acima de R$ 1 milhão aumentou 32% em relação a 2014. E a tendência é que os imóveis de alto padrão permaneçam em alta. "Esse segmento não só está resistindo à crise, como tem aumentado o número de vendas. Em Curitiba, nos primeiros meses de 2016, tivemos quase o dobro de vendas de imóveis de luxo usados em relação ao mesmo período de 2015", conta o diretor do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi) do Paraná, Josué Pedro de Souza, de Curitiba. Segundo ele, o mercado de imóveis de luxo não é tão sensível às crises econômicas porque seus consumidores dependem menos do crédito imobiliário. "Em período de crise, os bancos ficam mais criteriosos para aprovar crédito, o que atrapalha as vendas em outros segmentos. Mas o consumidor de imóveis de luxo não precisa de financiamento", pondera. Prova disso é que, segundo Souza, apesar de a Caixa Econômica ter elevado, desde julho, o teto do valor de imóveis financiáveis para R$ 3 milhões, não houve qualquer mudança no mercado. "Continuou como estava." Outro fator que, segundo o diretor, ajuda a explicar a estabilidade do segmento é a troca de um imóvel de alto padrão por outro ainda melhor. "É a pessoa que já tem um imóvel de luxo que custa R$ 1 milhão e quer trocar por um de R$ 2 milhões, por exemplo, que é o chamado super luxo." Para o coordenador de vendas da Vectra, Cleber de Souza, a estabilidade no setor existe por ser um mercado de nicho e, como tal, altamente segmentado. "O imóvel de luxo é cheio de diferenciais. Se a pessoa está em condições de comprar um imóvel num período de crise, ela vai buscar um imóvel diferenciado. Mesmo que não seja para moradia, imóvel é um investimento mais seguro", explica o diretor do Secovi-PR. Os diferenciais, segundo ele, estão em todas as partes do imóvel e fora dele. Além de uma excelente localização, o consumidor de alto padrão busca uma proposta arquitetônica que privilegie o design. "A concepção do imóvel, os acabamentos com materiais nobres, o pé-direito mais alto, a acústica, os sistemas inteligentes, a área de lazer", lista o coordenador de vendas. Apesar de algumas características serem comuns a imóveis de alto padrão, luxo é algo bastante relativo. Enquanto para alguns, a prioridade é espaço, ambientes amplos, para outros não. "Alto padrão não é tamanho, é qualidade. O empreendimento pode ter apartamentos de um quarto e ser de luxo. Tem uma demanda fantástica", afirma Cleber de Souza. Fonte : Folha de Londrina Reporte : Juliana Gonçalves

Set15

Mesmo com crise, mercado imobiliário londrinense tem boas expectativas!

O mercado imobiliário em Londrina vem passando por uma grande expansão desde meados de 2014 - período que se estendeu para o ano seguinte - refletindo em um aumento de 13% nos investimentos do setor, mesmo com a crise econômica que se arrasta pelo país.

Apesar da instabilidade e da falta de confiança por parte dos investidores, especialistas no setor estão otimistas sobre um crescimento gradual, resultado de reforma política e recuperação macroeconômica.

Entretanto, o cenário londrinense é muito diferente do que costumava ser. Pesquisas realizadas pelo Secovi apontam um aumento de unidades residenciais vazias de aproximadamente 20%. Este número está intimamente ligado à greve da Universidade Estadual de Londrina (UEL) no ano passado, que fizeram com que os apartamentos até então utilizados como repúblicas fossem desocupados.

Este processo foi responsável pelo aumento da oferta de apartamentos com um ou dois quartos, uma defasagem que está sendo corrigida gradualmente. O panorama, por mais caótico que pareça, é ideal para quem busca imóveis para locação, pois, segundo o portal imobiliário Agente Imóvel, o preço médio do metro quadrado de um apartamento novo em Londrina caiu em torno de 2,29%, favorecendo o poder de compra.

"Londrina tem picos interessantes de grande crescimento e outros momentos de queda na velocidade de venda, mas quando a crise existe a cidade demora pra sentir e se recupera muito rapidamente", dizem especialistas do Portal.

Portanto, a recuperação é aguardada ainda para o ano de 2016, principalmente no que diz respeito a imóveis residenciais. Em contrapartida, a melhora nas transações de imóveis comerciais está mais ligada a mudanças na política, devido à insegurança da população com a alta taxa de desemprego e nos juros, e este cenário só poderá ser revertido diante de ações governamentais e uma reviravolta positiva na economia.


Fonte Folha de Londrina-06/06/2016

Jul19

Caixa vai financiar compra de imóveis de até R$ 3 milhões

A partir da próxima segunda-feira (25), os mutuários da Caixa Econômica Federal poderão financiar imóveis de até R$ 3 milhões, o dobro do limite de financiamento em vigor até agora, de R$ 1,5 milhão.

A mudança foi anunciada hoje (18) pela instituição financeira e afeta somente operações de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). Essa modalidade de crédito financia imóveis mais caros, sem emprestar dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Além de aumentar o limite de crédito, a Caixa anunciou que passará a financiar uma parcela maior do valor dos imóveis por meio do SFI. A cota de financiamento para imóveis usados subiu de 60% para 70% do valor total. Para a compra de imóvel novo, construção em terreno próprio, aquisição de terrenos e reforma ou ampliação, a cota passou de 70% para 80%.

Nas operações contratadas com interveniente quitante, nas quais haverá quitação de financiamento com outra instituição financeira, a cota de financiamento subirá de 50% para 70%. Até o início do ano passado, a Caixa financiava 70% dos imóveis adquiridos pelo SFI. O teto caiu para 40% em maio de 2015 e tinha sido reajustado para 60% em março deste ano.

Perfil

Em nota, o banco confirmou que estuda a personalização dos juros e das cotas de financiamento conforme o perfil do cliente, mas esclareceu que esse modelo ainda não tem data para entrar em vigor. “A Caixa esclarece que o novo modelo de concessão de crédito, que levará em consideração aspectos de perfil do cliente como rating ou menor quota de financiamento, ainda está em estudo e não tem previsão de data de lançamento”, destacou a instituição financeira.

As mudanças de hoje não afetam as operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que financia a compra de imóveis de até R$ 750 mil em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Distrito Federal e de até R$ 650 mil nas demais localidades do país. O SFH financia imóveis com recursos da poupança e do FGTS. O SFI financia unidades de maior valor, com recursos de fundos de pensão, fundos de renda fixa, companhias seguradoras e bancos de investimento.

18/07/2016

Fonte: Agência Brasil

Mar08

Casa própria: Caixa libera verba e volta a financiar 70% do valor de usados

 

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (8) medidas para tentar facilitar a compra da casa própria, em meio à falta de crédito no mercado. As principais mudanças são:

Liberação de R$ 7 bilhões para a linha chamada de Pró-cotista
Essa linha de crédito financia até 85% do valor do imóvel novo ou usado (para imóveis de até R$ 750 mil), em até 30 anos, com taxa de juros entre 7,85% e 8,85% ao ano.

Esse financiamento usa recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Para contratar, é preciso ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições ao fundo, seguidas ou não. Se não tiver conta ativa no FGTS, é preciso que seu saldo total no fundo seja igual ou maior que 10% do valor do imóvel ou da escritura, o que for maior.

Imóveis usados: até 70% ou 80% do valor pode ser financiado
O limite máximo de financiamento de imóveis usados sobe para 80% para servidores públicos e 70% para os demais trabalhadores, nos casos que utilizem recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Esse limite havia sido reduzido de 80% para 50% em abril do ano passado.

Essas regras não valem para operações usando recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", informa o banco.

Volta a fazer financiamento do segundo imóvel
A Caixa vai reabrir as operações de financiamento do segundo imóvel com as mesmas condições (taxas de juros e prazos) oferecidas para quem está comprando o primeiro.

Ou seja, quem já tem um contrato de financiamento na Caixa por meio do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) pode tomar um novo crédito dessa mesma linha. Em agosto, o banco havia limitado essa opção.

"Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel", afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior.

Pressão do governo
O governo federal decidiu novamente recorrer à oferta de crédito e aos bancos públicos para tentar impulsionar a economia. No fim de janeiro, o governo anunciou um pacote de crédito de R$ 83 bilhões por meio dos bancos estatais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

Na época, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que em momento de restrição de caixa, como o atual, é preciso usar linhas de crédito para fazer ajustes.

"Se existem recursos no sistema financeiro que podem auxiliar esse ajustes, a taxas de mercado, sem criar subsídios adicionais, é um dever do governo utilizar esses recursos mais eficientemente."

Conselho do FGTS liberou recursos
A elevação da oferta crédito para novos empréstimos usará recursos adicionais do Fundo de Garantia.

Do total liberado em fevereiro pelo Conselho Curador do FGTS, a maior parte, R$ 16,1 bilhões, será destinada à Caixa.

Com a medida, o banco pretende aumentar a oferta de crédito para a casa própria e estimular o setor de construção, que vem sofrendo com a crise e cortando empregos.

"Essas medidas têm duplo impacto, uma vez que viabilizam o acesso à moradia para a população e aquecem o segmento da construção civil, gerando mais emprego e renda", disse a presidente da Caixa, Miriam Belchior.

Segundo ela, a expectativa é elevar o volume de contratações em 13% este ano, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais, sendo 29,7 mil financiadas com recursos do FGTS e 34,3 mil pela poupança.

Poupança afeta crédito para a casa própria
O financiamento da casa própria passa por um momento difícil, na medida em que a poupança está perdendo recursos. A caderneta de poupança é a principal fonte de financiamento imobiliário do país, por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

No ano passado, os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 53,568 bilhões, no pior resultado desde 1995, o que diminui a oferta de recursos para empréstimo imobiliário.

Com isso, a Caixa, principal banco de financiamento imobiliário do país, e outros bancos enfrentam um cenário difícil, com menos recursos para emprestar nesta modalidade de crédito.


Fonte: UOL - São Paulo 08/03/2016

 

Nov11

A crise imobiliária tem um lado bom

A maioria das notícias e das perspectivas atuais são negativas e desanimadoras, mas com base em quê? 

Jul29

Casa própria: BB vai financiar até 90% do valor do imóvel, com juros de 9%

O Banco do Brasil passou a oferecer, nesta semana, uma nova linha de crédito para compra da casa própria. O banco financia até 90% do valor do imóvel novo ou usado (para imóveis de até R$ 400 mil), em até 30 anos, com taxa de juros de 9% ao ano.

Jul09

Certidões de feitos ajuizados e as transmissões de imóveis

A Lei 7.433/1985 e o seu decreto regulamentador – Decreto 93.240/1986 - tratam dos requisitos para a lavratura das escrituras públicas e são a base legal, somado o Código Civil, para a formalização dos negócios imobiliários. Mas, legislação recente – Lei 13.097/2014 – alterou-a, excluindo as certidões de feitos ajuizados como requisito para a lavratura de escrituras de transmissões de imóveis (exemplos: na compra e venda, permuta, dação em pagamento, doação).

Mai02

Londrina se destaca no mercado nacional

Potencial das atividades econômicas coloca a cidade entre as melhores do País para se investir em imóveis

Em um universo de 100 cidades, Londrina foi considerada por uma publicação nacional a 18ª melhor cidade do Brasil para se investir no mercado imobiliário.

Abr28

Caixa Econômica reduz limite de financiamento de imóveis usados

Medida vale apenas para imóveis financiados com recursos da poupança.
Teto passará de 80% para 50% do valor de imóveis negociados pelo SFH.

Abr14

Quando desistir é a saída

Compradores e vendedores podem rescindir contrato de compra de imóvel; conheça os direitos e deveres

Comprar o imóvel próprio continua sendo o maior desejo das famílias brasileiras. No entanto, imprevistos como o atraso na obra, a disparidade com o projeto original ou a impossibilidade de honrar as parcelas podem pôr esse sonho a perder.

Nov21

Impacto no mercado imobiliário com a reeleição de Dilma

Muito se comenta sobre os efeitos da reeleição da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, especialmente, no que diz respeito à aventada divisão do País em termos de votos válidos, com uma diferença que mostra que praticamente a metade do Brasil está contra a manutenção do governo petista.

Set22

Lei que altera o Simples Nacional é sancionada

Com a atualização, cerca de 450 mil empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões poderão ser beneficiadas

Ago19

Quais são as principais despesas com documentação na compra de um imóvel?

Na compra do imóvel o comprador precisa estar ciente que precisa desembolsar uma boa quantia com despesas de impostos, documentos e serviços que oficializam realmente a compra. Os gastos não são fixos e variam de acordo com a cidade e preço do apartamento ou casa.

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